Repórter conta o que sentiu na hora da freada na curta pista do George Washington.
Na rotina da máquina de guerra, aviões andam de elevador; números impressionam.
A sala de espera de um aeroporto pode ser tensa para quem tem medo de avião. Imagina quando, antes do embarque, se recebe um formulário que, além de dados pessoais, inclui informações sobre riscos de vida? Papéis em dia, um oficial distribui coletes salva-vidas e explica que, em caso de emergência, há no bolso um apito e um sinal luminoso para pedir resgate.
Isso era só o começo da aventura que a equipe do G1 viveu ao visitar, nesta segunda-feira(28), o George Washington, o maior porta-aviões do mundo, segundo o governo americano. Para chegar lá, embarcamos num avião da Marinha americana e pousamos numa pista de 300 metros de comprimento.
O C-2 Greyhound costuma ser usado para transporte de cargas e correio para militares em ação, mas, desta vez, levou uma equipe de jornalistas.
A DIETA DA PIZZA
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Muito abatido, o sujeito chega ao médico resmungando: — Ai, Doutor! Eu
tenho um caso agudo de herpes genital, sífilis, peste bubônica, meningite,
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Há 17 anos







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