
Sua única função é tentar encontrar um fato onde a população saia às ruas em prol do casal. "Nardoni me contratou para dar um troco na sociedade", Sanguinetti.
Mais conhecido pela alcunha de "corvo" o perito criminal jamais foi convidado para emitir ou elaborar um laudo cuja finalidade fosse o esclarecimento de um crime. Ele sempre aparece ou é chamado em momentos específicos. Momentos onde o desespero é imperativo, onde haja necessidade de desviar o foco e ganhar tempo. Esta é a função dele. Foi para isso sua contratação por Antônio Nardoni para dar mais força a verborragia de Levorin. Sanguinetti falou grosso com seus colegas paulistanos até com certa razão pois falhas tanto da polícia quanto dos peritos foram ressaltadas no FN de forma até cansativa aos leitores. Porém, os argumentos de Sanguinetti não alterarão os rumos já conhecidos de todos: a condenação dos assassinos de Isabella Nardoni ,6, Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni. Vamos um pouco mais além; a situação do casal só não piora porque não tem por onde piorar. Ao fuçar em laudos prontos e mastigados, pois é isso o que ele sempre fez, tende evidenciar ainda mais a cena do crime. "Eu não vim aqui para inocentar ou incriminar alguém. Estou aqui para interpretar os laudos", disse Sanguinetti. E isso ele tem toda razão e está sendo, diríamos, honesto. Em nenhum momento ele contestou nada. Apenas divergiu do laudo que tem em suas mãos. Realçou o quesito esganadura e a suposição de abuso sexual em Isabella. Falou da pantomima que foi a "reconstituição". Também foi criticado por nós do FN, pois apesar de muitos pensarem, esta "reconstituição" não tem nenhuma função a não ser formar a convicção da polícia e do promotor. Isso tudo será descartado na seqüência do processo, com alegação de não ter participado do "enredo". Sanguinetti não falou nada que surpreenda ninguém. Apenas está exercitando os mandos dos Jatobá e Nardoni querendo trazer para a cena do crime a suposta terceira pessoa. Ele, Sanguinetti, tem dois tons ao se manifestar. Um é quando em uma câmera ligada. A outra é quando apenas uma caneta está em cena. Aí sim, ele revela " caso foi bem esclarecido", diz Sanguinetti. Chegou-se a falar de uma reconstitutição que seria feita por Sanguinetti e equipe hoje, dia 29, mas por algum motivo foi cancelada.
Não foi médico legista
Com mais de 20 anos de carreira, e doze anos completados em maio, do único caso de repercussão nacional, caso PC Farias, morto na em sua casa de praia, em Alagoas, onde atuou como uma espécie de salvador da pátria dos Farias. Apesar da impunidade aparente prevalecer isso não serve como referência ao trabalho de Sanguinetti pois um pré-acordo entre a família Farias e o Poder Judiciário alagoano era a situação mais plausível e confortável para ambos naquele momento. Primeiramente porque o então deputado federal Augusto Farias - irmão de PC, esteve no roll dos suspeitos até que Sanguinetti entrou em cena para contestar os laudos de Badan Palhares, seu maior desafeto. De lá para cá ele se especializou em parecerista. Em criticar e não provar suas colocações. Sempre rouba a cena nestes casos porque entra batendo forte nos adversários mesmo que isso lhe custe processos, inimizades etc. Desde 2000 ele não sai à rua sem os seis seguranças: dois na frente, dois atrás, um à esquerda e um outro à direita. Jamais dispensa o colete à prova de bala, e um segurança na guarita de sua mansão com 458 metros de construção útil. Responde vários processos em Alagoas e em outros estados. Portanto, a única e exclusiva função dele neste caso é tentar encontrar um fato que leve a população às ruas em prol do casal. Até uma mentira serve. Ele não passou pelos trâmites legais para se chegar ao posto de perito criminal. Ou seja, Sanguinetti não atuou como médico legista e, provavelmente nunca viu um cadáver em sua frente. Em qualquer caso que Sanguinetti atuar desconfie muito.
DEPOIMENTOS
Durante oito horas Anna Jatobá e Alexandre Nardoni tiveram a chance de retificar suas versões mentirosas em uma linha de depoimento suicida conforme orientação dos advogados de defesa. Anna reclama de que foi coagida polícia a incriminar seu parceiro e marido. Chorou falsas lágrimas enquanto ele se manteve gélido dentro do um par de algemas. Nada relevante a não ser a tentativa orquestrada de desqualificar a delegada Renata Pontes. O casal esteve lado a lado mas separados por um biombo pois a lei não permite conversação nestes casos. Jogando rasteiro, os advogados estão desempenhando seu papel, mas um papel tão medíocre onde solicitaram mais vez que um colega impetrasse habeas-corpus em favor do casal. A instrução processual continua e nos dias 17 e 18 de junho testemunhas chaves do caso serão ouvidas.
EXCELENTE TEXTO - EXTRAÍDO DA INTERNET
http://folhadanoite.blogspot.com/2008/05/george-sanguinetti-o-corvo.html
A DIETA DA PIZZA
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Muito abatido, o sujeito chega ao médico resmungando: — Ai, Doutor! Eu
tenho um caso agudo de herpes genital, sífilis, peste bubônica, meningite,
asma e HI...
Há 17 anos







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